Cashback Portugal: Melhores Cartões 2026

Os cartões com cashback dão uma parte do que gastas de volta. Em Portugal, existem muitas opções. Podes receber crédito na conta, descontos na fatura, ou juntar saldo para usar depois. Há até opções de saveback, onde o que recebes é investido em ações e ETFs.

Este texto vai falar sobre os melhores cartões de cashback em 2026. Vamos contar como cada cartão funciona. Vamos comparar os tipos de recompensas e mostrar o que cada um tem de bom e de ruim. Dependendo do que mais gastas, como em compras, gasolina ou restaurantes, tua escolha pode variar.

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Há várias maneiras de receber o cashback: crédito imediato, desconto na fatura ou pontos para trocar depois. Alguns cartões, além do cashback, oferecem opções de investimento. É bom para quem quer fazer o dinheiro de volta crescer.

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Mas cuidado: antes de escolher, verifica as taxas, como a TAEG, e as condições. Se não pagares a fatura toda, os juros podem acabar com o lucro do cashback. Este guia é para quem mora em Portugal e quer aproveitar ao máximo os cartões de cashback, com informações claras e comparações.

Introdução ao cashback em Portugal

O cashback devolve-te uma parte do dinheiro das tuas compras. Podes receber esse dinheiro através de crédito na fatura, transferência ou saldo para usar depois. É bom conhecer o cashback para saber quando é vantajoso.

Para entender como funciona o cashback, é importante saber sobre prazos, percentuais e limites. Primeiro, fazes a compra. Depois, o emitente devolve uma parte do dinheiro baseado numa percentagem pré-definida.

O que é cashback e como funciona

O cashback é o reembolso de uma parte das tuas despesas com um cartão. Alguns cartões aplicam uma taxa fixa de cashback em todas as compras. Outros dão percentagens diferentes conforme o tipo de compra, como em supermercados ou combustíveis.

  • Formas de crédito: redução na fatura, transferência bancária ou saldo para compras futuras.
  • Modelos híbridos: saveback transforma os benefícios em investimentos, como partes de ações.
  • Exclusões típicas: pagamentos a entidades estatais, levantamentos e transferências não contam.

Tipos de cartões com cashback disponíveis em Portugal

Existem cartões de crédito, débito e pré-pagos com cashback. Tens opções nos bancos tradicionais e nas fintechs. Há cartões para todos os gostos: com taxa fixa, benefícios extras em certas categorias e cartões que investem o teu cashback.

  • Cartão crédito cashback: tem mais opções mas cuidado com os juros se não pagares a fatura toda.
  • Cartão débito cashback: menos frequente, mas seguro para quem prefere não usar crédito.
  • Fintechs e corretoras: Inovam com cashback em ações.
  • Agregadores: juntam vários cartões e dão cashback em lojas específicas.

Panorama do mercado em 2026

O mercado de cashback em Portugal está a crescer e tornar-se mais variado. Há mais bancos, fintechs e corretoras a entrar. Frequentemente, aparecem promoções de boas-vindas muito atraentes.

Cada pessoa procura benefícios diferentes: famílias em supermercados, motoristas em combustíveis e os digitais em subscrições online. As plataformas online de cashback são um complemento importante.

Cartões com cashback

Escolher um cartão com cashback é um processo. É preciso olhar para as categorias, limites, e quão simples é usá-lo. Em Portugal, existem ofertas que focam em gastos como supermercados, família, mobilidade ou investimento. Aqui, vamos falar sobre algumas opções práticas e o que você pode esperar de cada tipo de cartão.

Melhores cartões para gastos em supermercados e família

Para quem compra bastante em supermercados, alguns cartões oferecem cashback direto nessas compras. O Cartão Universo, por exemplo, devolve perto de 1% em todas as compras. Além disso, há campanhas que oferecem até 5% de volta no Continente.

O Cetelem Black Plus dá até 3% de volta em supermercados. Tem um limite anual de 180€ e não cobra anuidade. Para famílias, escolher um cartão com limites claros para cashback pode ser muito bom.

Melhores cartões para combustíveis, restaurantes e mobilidade

Para quem gasta com gasolina e comer fora, há cartões especiais. O Cetelem Black Plus oferece 3% de volta em gasolineiras e restaurantes. Ele tem o mesmo limite anual que mencionamos antes.

O BBVA Affinity dá 1% de volta em postos Repsol e tem ofertas temporárias com outros parceiros. Opções de mobilidade incluem cashback em transporte por aplicativo e transportes públicos. É importante conferir as categorias elegíveis antes de escolher.

Cartões que combinam cashback com investimento (saveback)

Alguns lugares transformam o cashback em investimento. Por exemplo, o Trade Republic Saveback dá 1% em ações ou ETFs e até 2% em pagamentos com criptomoedas. Este cartão tem limites mensais e requer um plano de poupança.

Plataformas como Trading 212 e XTB colocam o cashback direto na conta de investimento. Este modelo é ótimo para quem quer poupar e fazer o dinheiro crescer automaticamente.

Cartões sem anuidade e opções simples

Ter um cartão sem custos fixos é ótimo para o dia a dia. O Cofidis Standard, por exemplo, oferece 1% de volta sem anuidade. Há também várias opções de cartões fintech sem anuidade; só confirme se as ofertas são por tempo limitado.

Para quem gosta de simplicidade, um cartão que oferece uma percentagem fixa de volta em todas as compras pode ser o ideal. Isso porque evita regras complicadas e torna o benefício mais previsível.

Cartões com modelo de pontos versus cashback direto

Alguns cartões usam pontos, como o WiZink Rewards e o Santander Rewards. Eles acumulam pontos que depois viram descontos ou dinheiro de volta. Mas nem sempre é fácil entender como funciona a conversão.

Por outro lado, o cashback direto é mais transparente. Se você comprar bastante de parceiros específicos e a taxa de troca for boa, cartões de pontos podem valer a pena. Mas para a maioria, o cashback direto é mais simples e fácil de entender.

  • Cetelem Black Plus: até 3% em supermercados, gasolineiras e restaurantes; limite anual ~180€; sem anuidade.
  • Cartão Universo: ~1% em todas as compras com saldo no cartão Continente; campanhas pontuais de 5%; sem anuidade.
  • Trade Republic saveback: 1% em frações de ações/ETFs; condições e limites aplicáveis.
  • Cofidis Standard: 1% sem anuidade; planos pagos com percentagens maiores.

Comparação prática: taxas, limites e custos

É bom saber como o cashback e os seus limites mudam o que recebemos de volta. Uma taxa de cashback de 3% parece ótima, mas se houver um limite, pode não ser tão bom. O que realmente importa são as percentagens, os limites e os custos do cartão.

Percentagens e limites reais

  • Os cartões oferecem entre 1% e 3% de cashback.
  • O BankinterCard Gold dá 3% de cashback, mas só até 5 euros por mês.
  • O Cetelem Black Plus tem 3% de cashback em certas categorias, com um limite de 180€ por ano.
  • O Cofidis tem taxas entre 1% e 2%, dependendo do plano; é importante olhar os limites.

Anuidades, comissões e impacto no benefício

Para saber se o cashback vale a pena, temos que descontar custos como anuidades e taxas. Um cartão que é grátis no primeiro ano pode começar a cobrar depois.

  • Por exemplo, a Curve cobra até 9,99€ por mês em certos planos; o Finom cobra entre 17€ e 34€/mês.
  • Algumas gasolineiras cobram 0,50€ por usar o cartão.
  • Antes de escolher, veja as taxas em bancos como BPI ou Santander para saber se compensa.

TAEG e risco de pagar juros

Se você não pagar o cartão todo mês, o cashback pode não compensar. Cartões com TAEG alto não são bons se você pagar juros.

  • Por exemplo, o BankinterCard Gold tem um TAEG de até 19,1%. Juros eliminam qualquer economia com cashback.
  • É melhor pagar a fatura inteira para não ter juros sobre o cashback.
  • Antes de pegar um cartão de cashback, veja a TAEG e se o seu orçamento permite pagar a fatura inteira.

Exemplos de cálculos práticos

  • Com o BankinterCard Gold, 3% de cashback dá 3€ se você gastar 100€. Mas gastar 500€ dá só 5€ de volta, por causa do limite, ou seja, até 60€ por ano.
  • Para atingir o limite anual de 180€ no Cetelem Black Plus (3% em categorias específicas), precisa gastar cerca de 6000€.
  • O Trade Republic Saveback oferece 1% de cashback até 1500€/mês; pode haver percentagens maiores para produtos específicos, dependendo das regras.

Método prático para comparar cartões:

  1. Veja quanto de cashback pode ganhar por ano, de acordo com as taxas reais.
  2. Diminua o cashback pelas anuidades, mensalidades e outras taxas.
  3. Considere o efeito de não pagar a fatura inteira e a TAEG para ver os juros possíveis.
  4. Compare para decidir qual tem o menor custo ou o maior ganho líquido.

Esta forma de comparar mostra que ofertas com limites de 5€ por mês podem parecer boas, mas acabam por não valer tanto. É importante olhar as taxas de cashback, os limites e os custos para não ter surpresas.

Como escolher o melhor cartão e cuidados a ter

Antes de escolher um cartão cashback, faz uma análise simples das tuas despesas. Vê onde gastas mais: no supermercado, com combustível, em restaurantes ou em compras feitas pela internet. Esta análise vai ajudar a encontrar ofertas de bancos como Novo Banco, BPI ou Cetelem que combinem com o teu padrão de gastos cashback.

Para avaliar gastos e calcular o retorno, segue passos simples.

  • Regista as despesas dos últimos 3 meses, dividindo-as por categorias.
  • Calcula o ganho esperado multiplicando a percentagem de cashback pelos gastos em cada categoria.
  • Este valor deve ser comparado com os limites de cashback e as anuidades dos cartões.

É muito importante verificar os termos e condições para evitar surpresas. Confere a TAEG, anuidade, comissões por levantamentos e transações internacionais. Também verifica como o cashback é dado — se vai para a conta, fatura ou se reinveste — e qual o tempo para o crédito.

Investiga exclusões de cashback e os requisitos para aderir, como ser cliente do banco ou ter um rendimento mínimo. Dá uma olhada aos limites mensais ou anuais de cashback e às regras de ofertas temporárias.

Evitar aumentar gastos só para receber cashback é fundamental. Isso pode levar a gastos extras e juros se a fatura não for paga por completo.

Manter uma disciplina financeira é essencial: usa o cartão para compras previstas e paga o saldo total. Fica atento aos limites, evita atrasos e revê os teus hábitos de consumo de cashback regularmente.

Para poupar mais, considera alternativas ao cashback do teu cartão.

  • Plataformas de cashback como Letyshops complementam o cashback do cartão nas compras online.
  • Programas de pontos em bancos como Santander ou WiZink podem ser úteis se fornecerem produtos desejados.
  • Fintechs e corretoras com opções de saveback convertem cashback em investimentos, bom para quem poupa automaticamente.

Ao escolher um cartão cashback, pondera entre percentagens, limites e custos associados ao cartão. Avaliar cuidadosamente gastos e manter a disciplina financeira maximizam benefícios sem prejudicar a poupança.

Conclusão

O resumo cartão cashback mostra que dinheiro de volta pode reduzir despesas do dia a dia quando escolhes o cartão certo. Avalia sempre o impacto das taxas antes de contabilizar o cashback como poupança líquida. A vantagem real depende de vários fatores como percentagem de retorno e anuidades.

Para escolher entre os melhores cartões cashback 2026, começa por definir o teu padrão de gastos. Depois, calcula o cashback esperado menos custos. Bancos como Millennium bcp e fintechs como Revolut têm boas opções. É importante comparar as suas ofertas para ver qual é mais vantajosa para ti.

O mercado de 2026 vai misturar cashback direto, pontos e saveback. Isso dá mais escolhas, mas exige que prestes atenção aos detalhes. Usa o cashback em despesas que já planeaste e não compres mais só para ganhar mais dinheiro de volta. Lembra-te de verificar sempre a TAEG e os termos antes de aderir.

Publicado em fevereiro 27, 2026
Conteúdo criado com auxílio de Inteligência Artificial
Sobre o Autor

Amanda

Sou jornalista e redatora especializada em Finanças, Mercado Financeiro e Cartões de Crédito. Gosto de transformar assuntos complexos em conteúdos claros e fáceis de entender. Meu objetivo é ajudar pessoas a tomarem decisões mais seguras — sempre com informação de qualidade e as melhores práticas do mercado.